Depois de ter feito a mala muito à pressa (fazer malas com antecedência só causa problemas) lá parti para o aeroporto. Mala com excesso de peso, mas um senhor simpático, logo não paguei extra. Depois de uma pequena espera começou a verdadeira experiência holandesa – no avião não se falava inglês, era tudo em holandês. Vá lá que o filme que passou eu já tinha visto, assim consegui perceber a história hehe. Depois rapidamente apanhei um taxi e vim parar ao quarto ao lado do futuro meu quarto, onde está o Lee, o meu colega chinês que também veio fazer ERASMUS.
Hoje de manha fui ver de bicicletas. Arranjei uma por que me vai servir até segunda ou terça feira, altura em que vou buscar uma que encontrei na rua e dei para um amigo meu arranjar hehe. Também tratei da casa. O quarto é igual ao da fotografia, exactamente, mas mais cheio de pó e a luz da casa de banho não funciona hehe. Tratei de limpar tudo e fui dar um passeio por um parque aqui ao pé que é muito bonito, super verde e coise. Também comprei um telemóvel por 28 euros, já com 23 euros em chamadas (grande negócio!). Agora estou aqui e a noite acho que vou tentar ir a uma festa ou a um bar ou a algo social.
Mala por fazer, bilhetes de avião por imprimir, mochila por ir comprar, entre uma data de outras coisas que já devia ter feito e ainda não fiz. Quinta feira é já o dia de partida e não me apetece muito ir. Quem me dera ficar mais uns quantos dias para aproveitar melhor o sol que sabe tão bem, mas enfim.
E é com este post que dou por iniciada a série de posts A.L.T.A.M.E.N.T.E. (Aventura Legítima Totalmente Alucinada Mais (que) Espectacular Num Território Estrangeiro), onde irei detalhar, relatar, comentar, analisar e “outros-ar” todas as aventuras que vou viver nesta grande aventura que é o ERASMUS. Queria fazer uma mudança de visual do meu blog, com imagens e coisas alusivas a essas festividades, mas férias são férias, e férias são praia e praia não é fazer imagens para o blog.
E é tudo, quinta feira lá vou eu para Roterdão, para depois apanhar uma camioneta para poder apanhar um comboio para poder apanhar um treintaxi para depois poder procurar o sítio onde vou dormir na primeira noite (o quarto ao lado do que será o meu quarto). Espero que desta vez o meu bilhete de avião não me chame Símio em vez de Simão e que encontre o amor no banco ao lado do meu no avião (ou então dinheiro).
Deixo-vos, meus fiéis seguidores, uma foto do meu quarto (espero que seja assim) para se babarem com o luxo!!
De directa para tentar conseguir acabar um relatório que ainda vai ter que ser acabado até segunda cá estou eu em Londres. Quer dizer, a caminho, porque este autocarro é o Best Bus Ever! Tem tomadas e internet, e uma câmara que filma as pessoas e assim posso ir olhando para as gajas boas que estão sentadas à minha frente hehe.
A viagem correu bem. Começou com eu ter chegado ao aeroporto com as roupas num saco de papel e o meu amigo que eu pensava que ia trazer uma mochila grande não trouxe. Foi um mal combinado que facilmente se resolveu, pois somos todos pessoas safas.
Agora, a ver vamos, como já dizia o cego.
Antes de tudo, deixem-me pôr vos a par (aos que não sabem) do que é o chatroulette.
O chatroulette é um site onde uma pessoa entra e clicka num botão, é então posto a falar num chat com audio, texto e vídeo (como no msn ou no skype) com uma pessoa aleatoriamente escolhida pelo sistema. Se não se gostar de quem está do outro lado, é só clicar no botão “Next” e é escolhida outra pessoa.
Acho que é um conceito muito interessante, permite muitas maneiras diferentes de interagir com outras pessoas. Há pessoas que desenham quem está no outro computador em 5 minutos, outros tocam músicas, e outros… Bem, outros, como não podia deixar de ser, masturbam-se para a webcam. Não acredito que haja mais do que 0,1% das pessoas totais ligadas no site que queiram ver isso.
Há uns tempos escrevi aqui acerca da “maravilhosa” acção a decorrer na praia da Dona Ana que os senhores do INAG resolveram fazer.
Já declarei aqui que sou contra essas obras, por isso este post vai ser diferente. Ontem fui à praia passear um leão que tenho em casa e deparei-me com uma praia muito alterada. Realmente os senhores do INAG tinham sabem o que fazem.
Eu pensava que a obra tinha parado porque algum inteligente não sabe fazer os cálculos que é pago para fazer, mas após essa minha visita à praia quer me parecer que o que se passa ali é um estudo de erosão muito à frente!