Lorenzo, o gajo mais fixe do universo

Chatroulette action

Antes de tudo, deixem-me pôr vos a par (aos que não sabem) do que é o chatroulette.

O chatroulette é um site onde uma pessoa entra e clicka num botão, é então posto a falar num chat com audio, texto e vídeo (como no msn ou no skype) com uma pessoa aleatoriamente escolhida pelo sistema. Se não se gostar de quem está do outro lado, é só clicar no botão “Next” e é escolhida outra pessoa.

Acho que é um conceito muito interessante, permite muitas maneiras diferentes de interagir com outras pessoas. Há pessoas que desenham quem está no outro computador em 5 minutos, outros tocam músicas, e outros… Bem, outros, como não podia deixar de ser, masturbam-se para a webcam. Não acredito que haja mais do que 0,1%  das pessoas totais ligadas no site que queiram ver isso.

Não vá embora sem ler o resto e ver as fotos.

The Liberation of Canary Wharf

Dona Ana ao abandono

Há uns tempos escrevi aqui acerca da “maravilhosa” acção a decorrer na praia da Dona Ana que os senhores do INAG resolveram fazer.

Já declarei aqui que sou contra essas obras, por isso este post vai ser diferente. Ontem fui à praia passear um leão que tenho em casa e deparei-me com uma praia muito alterada. Realmente os senhores do INAG tinham sabem o que fazem.

Eu pensava que a obra tinha parado porque algum inteligente não sabe fazer os cálculos que é pago para fazer, mas após essa minha visita à praia quer me parecer que o que se passa ali é um estudo de erosão muito à frente!

Ler o Resto

FUN

NYC revisited – Part 4

Depois de tanto tempo sem escrever, aqui vai um resumo do que tenho feito.

No sábado (o meu último relato acabou na sexta feira à noite) fui ver uma exposição da Rua Sésamo e a um mercado de velharias que é dentro de um banco que já não é banco depois à noite fomos a um bar de heavy metal com gajas a dançar no varão em cima do balcão e em trajes mínimos (hehe), depois fomos a uma festa. No domingo fomos a Coney Island e comemos lá alte cachorro quente. Jantámos barbecue à americana.

Segunda fomos a Queens, a um museu de arte moderna e jantámos em chinatown.

Terça fui para Washington D.C., andei la a passear. Fiz couchsurfing.

Quarta fui ao International Space Museum e ao Air and Space museum. Foi uma pena não ter tido mais tempo para ver o Air and Space museum, porque aquilo é enorme e expetacular!

Quinta voltei para New York, fui ver um teatro chamado “alice… Alice… ALICE!” e adorei! Adorei mesmo. Tipo, alte cena altamente mega fixe yeah. Jantámos barbecue americano de novo (mas noutro restaurante). Fomos a um bar altamente que tinha jazz e mesas de ping pong, matraquilhos, snooker e um jogo tipo coise cena e xadrez e scrabble.

Hoje fomos ver uma exposição de fotos de um fotógrafo que morava num loft onde os músicos de jazz dos anos 50/60 iam e viviam porque era ao pé da zona da cena jazz. Fomos também ao museu da arte e do design e comemos no burger joint.

FOTOS AQUI (podem não estar logo todas porque vou deixar o computador a envià-las para a internet)

NYC revisited – Part 3

Continuando, na quinta feira fui ao Transit Museum e ao Sex Museum, queimei 2 ovos estrelados que queria fazer mexidos, e jantei no Di’Fara’s, duas enormes pizzas a dividir com a minha irmã e com o Patrick (o roomate dela). Não estavam tão boas como da ultima vez, mas estavam muiitoo boas :D A noite continuou em Williamsburg, numa espécie de rally dos bares com a minha irmã.

Sexta foi dia de visita guiada, porque a minha irmã não foi trabalhar. Fomos ao MoMA à exposição do Tim Burton (espetacular!) e depois fomos até Chelsea ver uma galeria de um gajo que faz umas cenas do caraças e depois fomos num passadiço (uma linha daqueles metros que andavam por cima das ruas reconstruída para as pessoas passearem a pé) até que deixamos de ir nesse passadiço e fomos ao Chelsea Market, pelo qual me apaixonei. Aquilo é só lojas de comidas boas e coisas boas e têm sempre amostras para provarmos. Para além de que é só gente fina lá (senti-me em casa, pois sou bué fino).

De seguida, o auge da viagem em termos gastronómicos. A cerca de 1,5 USD a dentada, o Black Label Burger da Minetta Tavern valeu cada dinheiro que custou. O melhor hamburger que já comi, de longe!

A noite acabou com a famosa festa da Rubulad, uma festa altamente numa casa enfeitada, com concertos e dj’s e strips e pessoas mascaradas, gajas boas, comida, bebida e bom ambiente.

Por hoje é tudo. Ficam umas fotos para o vosso enjoamento.

Desculpem, mas o flickr está parvo, já meto as fotos

Sledding in Prospect Park

NYC revisited – Part 2

Cá está de novo um post maravilhoso acerca da minha magnífica experiência a decorrer em Nova Iorque.

Hoje é terça feira, por isso vou contar as minhas peripécias desde  o meu último post.

Pois bem, no domingo, depois de sair de casa, fui com a minha irmã ao Tom’s, onde o primeiro prato foi igual ao do ano passado (ovos mexidos com batata coise) e depois umas panquecas de mirtilhos e gelado de baunilha. Seguiu-se um passeio em Manhatan (SoHO, east village, etc). Comemos uma pizza no artiechocke e ficámos a conhecer uma música muita fixe.
O jantar foram sandes de fiambre e um sumo de pera comprado no farmer’s market do Tompkins Square Park. O dia acabou por aí.

Na segunda feira era para ir para Washington D.C., mas devido ao SnowPocalipse que está a decorrer lá a greyhound cancelou o meu autocarro e também como os museus em D.C. estavam todos fechados fiquei por Nova Iorque. Saí cedo de casa e apanhei um metro, sem saber bem para onde queria ir. Saí em Wall Street para ir comprar um livro la numa livraria e depois comecei a subir a Broadway, em chinatown tentei comprar um mapa de NY que tivesse também a linha de metro, e lá encontrei. Subi subi subi, dei uma volta ao pé do campus da NYU ao pé do Washington Park e  continuei a subir, até Madison Square onde comi um belo dum hamburger acompanhado por uma Budweiser. Passei por Times Square e fui à Toys’r'Us. Continuei a subir até ao Central Park e à Apple Store, onde assisti a um workshop acerca do quão espectacular é o iWork Pages. Passeei um bocado pelo Central Park (vi as aulas de patinagem no gelo e hockey no gelo das crianças, e um homem a escalar lá num boulder). Também fui ao Columbus Circle e até ao pé da universidade de Fordham. E voltei ao Central Park e à Apple Store, e ao Columbus Circle, fartei-me de andar. Encontrei-me com a minha irmã e fomos jantar comida japonesa em East Village, fomos para casa, e xixi cama.

Hoje fui ao Intrepid Sea-Air-Space Museum depois de almoçar com a minha irmã no Met.

Fui a times square e andei la a passear uma beca antes de vir para casa. É impressionante, as pessoas nas lojas são mesmo simpáticas cá. Na loja da element um rapaz que lá trabalhava veio falar comigo em Português (ele era brasileiro), não sei como é que adivinhou.

E por hoje é tudo, a quem conseguiu ler isto tudo, a chave do euromilhões é  4 5 17 40 23 5 9

Era para criar links nas palavras para as fotos, mas isso dava um granda trabalhão, e não tenho paciência.

NYC revisited – Part 1

Cá estou eu mais uma vez na cidade que nunca dorme. A cidade não dorme mas dormi eu, para estar pronto para daqui a nada ir tomar um pequeno almoço ao Tom’s

Tudo começou muito bem, fiz o check in sem estar na fila, não me prenderam logo a entrada do aeroporto, tudo indicava que ia ser uma viagem sem incidentes. Até que a Eduarda, que estava à espera de um voo para Londres, me pediu para ver os dólares que eu levava comigo. Abro a mochila, pego na carteira… aliás, não peguei porque a tinha deixado em casa. Agora pensando bem as coisas acho que ainda tinha tido tempo de sair do aeroporto e ir a casa busca-la, mas na altura pensei que isso não se podia fazer. Resultado: mudei de continente com 60 USD no bolso, a verdadeira aventura.

Para compensar, o almoço que me deram foi bom :) e vim ao lado de uma rapariga chamada Lauriane e na conversa a viagem fez-se num instantinho. Assim como no border control e na alfândega, onde foi toda a gente bue simpatica :D

Depois de esperar meia hora no frio gelado pela minha irmã, fomos por as malas em casa e seguimos para o mexicano onde tínhamos na primeira noite da minha anterior visita.

Seguiu-se uma festa no museu de brooklyn, uma que fazem todos os primeiros sábados de cada mês. É muito fixe, nesse dia o museu está aberto de borla e à noite há concertos e um dj a passar musica, e mini palestras e n sei mais o que. Estava bue cheio, com pessoas a conversar, ou a dançar ou a ver as exposições, de todas as idades. Amazing!

Ainda fomos a um bar aqui ao pe da casa da minha irmã mas depois eu perdi a energia então vim para casa, adormeci, e aqui estou.